CASE · INDÚSTRIA E B2B

Três negócios diferentes, uma operação só, sete anos

Uma indústria que vende para projetista, uma linha de mobiliário corporativo e uma loja online. Modelos de venda que não se parecem em nada, sob a mesma gestão de mídia, por sete anos na conta mais antiga.

A conta mais antiga do grupo começou em 2019. As outras duas nasceram depois, e cada vez que o grupo abriu uma frente nova, ela entrou na mesma operação.

Dutotec — canaletas de alumínio e infraestrutura elétrica, empresa do grupo
7 anos

Tempo da conta mais antiga (Dutotec)

+R$ 264 mil

Investimento gerenciado no grupo

607 mil

Cliques levados aos sites

3 negócios

Frentes sob a mesma operação

+10 mil

Leads e vendas confirmados por pessoa

O cliente

O grupo reúne três negócios que dividem origem e engenharia, mas quase nada além disso na hora de vender:

A Dutotec fabrica canaletas e sistemas de infraestrutura elétrica. Quem decide a compra dela não é o consumidor: é o projetista, o engenheiro, o escritório que especifica o material na planta muito antes de alguém comprar.

A QTMOV faz torres de tomada e carregadores por indução para mobiliário corporativo — venda B2B, com catálogo e ciclo de negociação.

A QTmov Prime é loja online, com carrinho, checkout e compra fechada na hora.

O desafio

Três negócios da mesma casa, três compradores que não se parecem.

O projetista da Dutotec quer arquivo técnico e biblioteca pra usar no software dele. O comprador corporativo da QTMOV quer catálogo, especificação e conversa. O cliente da Prime quer preço, frete e botão de comprar.

Tratar os três como “o grupo” e replicar a mesma estrutura de campanha seria o caminho natural — e o mais caro. O desafio era operar como se fossem três clientes distintos, mantendo o custo de gestão de um só.

A abordagem

A gente montou uma operação por lógica de compra, não por marca.

Na Dutotec, a mídia foi construída em cima do que o projetista procura e baixa: bibliotecas para os softwares que ele usa no dia a dia. Na QTMOV, o caminho foi catálogo e contato direto, com remarketing carregando o ciclo mais longo. Na Prime, a régua passou a ser a venda fechada, não o clique.

O que unia as três não era a estratégia, era o método: medir até o ponto em que cada negócio ganha dinheiro, e ajustar em ciclo.

A execução

A operação foi montada ao contrário do que se espera de uma conta de anúncios, porque o trabalho não estava em alcançar mais gente e sim em falar com a gente certa de cada frente, e isso significou três desenhos diferentes convivendo sob o mesmo método:

Dutotec — mídia para quem especifica, não para quem compra

QTMOV — remarketing como motor, não como sobra de verba

QTmov Prime — a régua vira venda

Três frentes, três réguas de sucesso diferentes, e nenhuma delas emprestada da outra. O que se repetiu de uma pra outra não foi a campanha, foi o jeito de medir e de ajustar.

Os resultados

Somando as três contas, ao longo dos anos de operação:

O número que melhor mostra o trabalho, porém, é menor e mais específico: na QTMOV, a campanha de remarketing em Google Display fechou uma janela de doze meses com 28% de taxa de conversão a um custo de R$ 0,99 por conversão — com o clique custando R$ 0,28.

Remarketing costuma ser tratado como o resto do orçamento, a campanha que roda no automático depois que a verba principal foi distribuída. Num negócio de ciclo longo, ele é o que traz de volta quem já demonstrou interesse e ainda não decidiu — e quando é operado com essa seriedade, entrega o menor custo por conversão da conta inteira.

Gráfico comparando o custo por conversão nas três redes da conta QTMOV entre fevereiro de 2024 e janeiro de 2025: busca a R$ 4,32, vídeo a R$ 1,95 e remarketing em Display a R$ 1,00, com 27,7% de taxa de conversão.

Índice base 100 no ano 1 — efeito composto da média de −15%/ano declarada no case.

O que este case prova

Que operar bem não é aplicar a mesma receita em escala. As três contas dividiam o mesmo gestor e o mesmo método, e nenhuma das três rodava igual à outra, porque o comprador de cada uma decide de um jeito.

E prova outra coisa, mais difícil de mostrar em número: o grupo abriu frentes novas ao longo dos anos e colocou cada uma na mesma operação. Confiança não se declara em depoimento — aparece quando o cliente traz o negócio seguinte.

São sete anos na conta mais antiga do grupo, e três frentes construídas uma a uma.

Se a sua empresa tem mais de uma frente de venda e desconfia que estão sendo tratadas como uma só, a conversa começa aqui:

Perguntas frequentes

São, e saem das contas de Google Ads que a gente gerenciou, puxadas pela API em agosto de 2026. Investimento, cliques e custo por conversão são medidas diretas da conta, sem estimativa no meio.

Porque parte das ações de conversão dessas contas estava configurada pra contar toda ocorrência, e não uma por pessoa — o mesmo visitante clicando três vezes no botão do WhatsApp virava três conversões. A gente só publica aqui o que sai das ações que contam uma vez por pessoa, mesmo que o número do painel fosse muito maior.

Separando pela lógica de compra, e não pela marca. Quem projeta procura arquivo técnico, quem compra para uma empresa procura catálogo e especificação, quem compra na loja procura preço e prazo. Cada frente teve estrutura, mensagem e métrica próprias — o que se repetiu foi o método de medir e ajustar, não a campanha.

Não, e é por isso que está aqui. Esse número é de uma janela de doze meses da campanha de remarketing em Google Display da QTMOV, com 28% de taxa de conversão. Remarketing costuma sobrar orçamento e atenção; quando recebe as duas coisas, costuma entregar o melhor custo por conversão da conta.

Atende, e esse é um dos perfis mais frequentes na casa. Dá pra ver como isso funciona na página de gestão de tráfego para indústrias.

De toda a série histórica das contas, medida em agosto de 2026 — a mais antiga delas, a da Dutotec, começa em 2019. A operação da witu no grupo foi até 2026.

Quer conversar sobre a sua operação?

Se a sua empresa vende para mais de um tipo de comprador, provavelmente existe uma frente sendo tratada com a régua da outra — e é aí que o dinheiro escapa sem aparecer no relatório.