CASES

O trabalho que a gente consegue mostrar por inteiro

Em 13 anos atendendo mais de 550 empresas, a gente aprendeu que montar um case bonito é a parte fácil, difícil mesmo é sustentar o resultado por anos seguidos e ainda conseguir mostrar de onde cada número saiu.

Case não é vitrine de logo, então em vez de encher a página de marca, a gente conta o que foi feito, por quanto tempo, e o que mudou no negócio do cliente — não no painel.

+R$ 21 milhões

em mídia gerenciada ao longo de 13 anos

+146 mil

oportunidades comerciais geradas (acumulado de todos os clientes)

+550

empresas atendidas desde 2012

Google Premier Partner

certificação 2026 — top 3% das agências do país

Cases

Logo Ulbra

Ulbra — 6 anos de operação em 13 unidades

Uma das maiores universidades do país. Seis anos de parceria contínua, operação multicanal em 13 unidades simultâneas e custo por matrícula caindo 15% ao ano, em média. Mais de 70 mil leads entregues à equipe comercial.

Setor: Educação · Canais: Google Ads e Meta Ads · Duração: 6 anos

Logo Gramado Administradora

Gramado Administradora — 5 anos de anúncio numa cidade turística

Uma administradora de imóveis em Gramado, onde quase toda busca por “aluguel” é de turista procurando feriado. Cinco anos de operação com orçamento enxuto, 246 mil cliques levados ao site e o custo por clique praticamente igual ao do primeiro dia.

Setor: Imobiliário · Canais: Google Ads · Duração: 5 anos

Logo Grupo QTMOV e Dutotec

Grupo QTMOV e Dutotec — três negócios, uma operação, 7 anos

Uma indústria que vende para projetista, uma linha de mobiliário corporativo e uma loja online — modelos de venda que não se parecem em nada, sob a mesma gestão de mídia. Na conta mais antiga, sete anos. No remarketing, conversão a um quarto do custo da busca.

Setor: Indústria e B2B · Canais: Google Ads · Duração: 7 anos (conta mais antiga)

O que faz uma operação virar case

Na prática não é todo trabalho bom que vira case, vira case aquele que continua entregando muito depois da novidade passar, e quando a gente olha pra trás isso quase sempre veio das mesmas três escolhas:

Estrutura pela realidade de cada frente

Nada replicado de um cliente pro outro, porque cada unidade, cada região e cada linha de produto tem a sua própria demanda e a sua própria concorrência, e a operação só funciona quando é montada em cima disso.

Medição até o resultado de negócio

A medição não para no clique, na visita nem no formulário preenchido, ela segue até a matrícula, o contrato, a venda, que no fim é o número que o dono da empresa realmente olha.

Ciclo de otimização contínuo

Revisão ativa do que está no ar, ciclo após ciclo, que é justamente o que faz o resultado melhorar ano após ano em vez de subir uma vez e estacionar ali. Se você quer chegar num resultado desses na sua empresa, a conversa começa do mesmo jeito que começou com cada cliente aqui de cima: a gente olha o que já está rodando hoje e fala com franqueza sobre o que dá pra fazer:

Quer uma operação assim na sua empresa?

Perguntas frequentes

São, todos saem de conta gerenciada pela gente ou de proposta montada em cima desses dados, e quando algum número é projeção — o efeito composto de uma média ao longo dos anos, por exemplo — a gente escreve isso na própria página, porque número solto, sem dizer de onde veio, no fim não prova nada pra ninguém.

Porque resultado que se sustenta demora pra existir, e a gente prefere contar uma operação de seis anos por inteiro do que empilhar logo sem história atrás. Aos poucos entram mais, no ritmo em que o trabalho amadurece e vira algo que vale a pena mostrar.

Vai de negócio local a operação com várias unidades, e na prática o que define o encaixe não é o tamanho da empresa e sim ter um funil comercial que dê pra medir até o fim, porque sem isso qualquer investimento em marketing vira um custo que ninguém consegue ler direito.

A gente conecta o investimento à oportunidade comercial, não ao clique nem à visita, o que significa separar o que vem de marca do que vem de demanda nova, acompanhar a evolução ao longo dos meses e reportar o custo por aquilo que importa pro negócio — custo por matrícula, por contrato, por venda.

Não, e a profundidade também varia de um pro outro: uns trazem número de conta, outros contam o trabalho de forma mais aberta, como a reconstrução de um site. O que muda é o que foi contratado — tráfego pago, presença em busca no Google e nas IAs, site, automação —, e em cada página está escrito o que foi feito e por quanto tempo.

Quer conversar sobre a sua operação?

A gente começa olhando o que já está rodando na sua empresa hoje e falando com franqueza sobre o que dá pra fazer, do mesmo jeito que começou com cada cliente aqui de cima.